Não existe um único formato de umbigo que seja adequado para todas as pacientes submetidas à abdominoplastia.
O que parece natural em determinado corpo pode não apresentar a mesma harmonia em outro.
Isso ocorre porque o resultado depende das proporções do abdome, da anatomia individual e das características dos tecidos.
Durante a abdominoplastia tradicional, o umbigo original normalmente é mantido ligado à parede abdominal. Depois da retirada da pele excedente e do reposicionamento dos tecidos, ele é exteriorizado através de uma nova abertura.
A forma como essa etapa é realizada pode interferir no resultado.
Um dos objetivos é posicionar o umbigo de maneira proporcional e obter profundidade suficiente para que ele não pareça excessivamente superficial ou artificial.
Também existe preocupação com a cicatriz.
Quando possível, técnicas cirúrgicas procuram deixá-la menos evidente dentro ou ao redor da depressão umbilical.
Entretanto, fatores próprios da paciente também têm grande influência.
Espessura da pele, gordura localizada, grau de flacidez, elasticidade e resposta cicatricial variam de pessoa para pessoa.
Por esse motivo, resultados não devem ser comparados de maneira direta.
Fotos de outros pacientes podem servir como referência de preferências, mas não representam garantia de que determinado formato possa ser reproduzido exatamente.
Na cirurgia plástica, naturalidade está mais relacionada à proporção e à integração com o conjunto do corpo do que à reprodução de um padrão específico.




