Em muitos casos, a decisão pela cirurgia plástica nasce de uma percepção distorcida.
A paciente acredita que precisa mudar o corpo, quando na verdade está reagindo a comparações constantes.
Exposição excessiva a imagens e resultados selecionados cria um padrão que não representa a realidade.
O problema deixa de ser físico e passa a ser interpretativo.
A cirurgia plástica não tem como objetivo reproduzir referências externas.
Ela atua dentro da anatomia, dos limites e das características de cada paciente.
Quando há clareza no planejamento, o resultado não chama atenção pelo excesso.
Ele se destaca pela coerência.
Dr. Lincoln Aires – Cirurgião Plástico em Goiânia
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