Essa é uma dúvida frequente nos consultórios.
Alguns pacientes realmente conseguem manter suas atividades sem sintomas importantes.
Outros desenvolvem instabilidade progressiva e novas lesões ao longo dos anos.
Por isso, a decisão sobre operar ou não não depende apenas do exame de imagem.
É necessário avaliar como o joelho funciona durante a rotina do paciente.
Segundo o Dr. Arthur Rodrigues – Ortopedista Especialista em Cirurgia de Joelho em Goiânia, o tratamento deve ser individualizado para reduzir riscos futuros e preservar a função da articulação.




